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Clubes conhecem o regulamento do Gauchão Feminino 2020

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Rafael Passos

O torneio começará no dia 29 de novembro e a final está prevista para ocorrer em 20 de dezembro

Nesta segunda-feira (9/11), a Federação Gaúcha de Futebol realizou, de forma remota, congresso técnico do Campeonato Gaúcho Feminino 2020. A edição deste ano será a terceira totalmente organizada pela FGF e contará com a participação de seis equipes: Internacional (atual campeão), Grêmio (vice-campeão), Brasil de Farroupilha (atual campeão do Interior), Oriente, de Canoas, João Emílio, de Candiota, e Estrela/Lajeadense.

O torneio começará no dia 29 de novembro e a final está prevista para ocorrer em 20 de dezembro. As seis agremiações foram divididas em dois grupos com três integrantes cada.

Grupo A: Internacional, Brasil de Farroupilha e João Emílio;
Grupo B: Grêmio, Oriente, Estrela/Lajeadense

Os jogos serão disputados dentro dos grupos em turno único. Os lideres de cada chave decidem o titulo do campeonato em duelo único em sede a ser definida pela FGF. Os segundos colocados de cada grupo se enfrentam valendo o terceiro lugar e uma vaga no Campeonato Brasileiro Feminino A2 2021.

Quanto ao protocolo de combate à Covid-19, a FGF arcará com parte dos custos, que serão realizados a cada rodada.

Tabela de jogos do Gauchão Feminino 2020

Grupo A

29 de novembro
Brasil de Farroupilha x Inter – Castanheiras (Farroupilha)

6 de dezembro
Inter x João Emílio – Estádio do SESC (Porto Alegre)

13 de dezembro
João Emílio x Brasil de Farroupilha – Campo Tarumã (Candiota)

Grupo B

29 de novembro
Estrela/Lajeadense x Grêmio – Arena Alviazul (Lajeado)

6 de dezembro
Grêmio x Oriente – Vieirão (Gravataí)

13 de dezembro
Oriente x Estrela/Lajeadense – Eucaliptos (Canoas)

19/12 – Disputa de 3º lugar
20/12 – Final

“Será um campeonato diferente devido à Covid-19, mais enxuto, mas importantíssimo. Isso também mostra a importancia que a FGF está dando para o futebol feminino, se esforçando para realizar a competição. Com seis equipes disputando o torneio, uma a mais que 2019, isso também é muito importante e esperamos que 2021 mais times de camisa venham disputar o campeonato”, declarou Cléo Moura, presidente e técnico do João Emílio, de Candiota.

“Foi um congresso técnico bem objetivo, adaptado à época de pandemia, assim como será o campeonato. A expectativa do Inter é de trabalhar com muita seriedade para buscar o título, e que o certame tenha uma grande divulgação para fomentar ainda mais o futebol feminino no estado”, falou o diretor de futebol do Internacional, Guilherme Pinto.

Sobre o Campeonato Gaúcho Feminino, o Diretor de Administração do Brasil de Farroupilha disse: “nós notamos uma tentativa da Federação, um esforco para conseguir realizar a competição. É algo louvável, porque outros estados não conseguiram e o nosso estado não conseguiu realizar tantos outros torneios. É uma vitória para a modalidade e na verdade os clubes interessados em participar foram aqueles que nós já sabíamos”.

“A tabela em si não dá nem para ser avaliada porque é dentro do que o tempo permite, o prazo que se tem para jogar. Uma competição curtíssima, talvez não se faça muita justiça aos trabalhos realizados pelos, não vai ter tempo para se mostrar isso, então tem que fazer um planejamento inteligente e também contar com um pouco de sorte porque vão ter ter situações que irão se decidir em alguns minutos dentro do campo. É o que o tempo permitiu, é o que foi possível fazer. Nós como sempre buscamos nos manter firmes na modalidade, buscando ser referência nela no interior, superamos dificuldades e estamos na disputa, compramos a ideia assim como os demais e vamos disputar”.

Sobre o congresso técnico, o Gerente de futebol da Associação Estrela de Futebol, Léo Simionato falou para a reportagem da Rádio Galera: “o congresso foi bastante positivo, embora tenha ficado com muitas questões a serem debatidas ainda. Embora saibamos que já é uma grande vitória a realização da competição em especial pelo momento de crescimento do futebol feminino e que sem dúvidas a não realização da competição seria extremamente prejudicial para o processo de crescimento ao qual a modalidade passa”.

“Quanto a nossa perspectiva são às melhores possíveis primeiro pela volta da AEF agora com a parceria institucional com o Lajeadense o que nos fortalece significativamente e nos faz crer na possibilidade de realizarmos uma grande competição, buscando primeiramente a classificação ao menos para final do interior em grupo complicado com Grêmio e Oriente e num segundo momento buscar a vaga na série A2 do brasileiro”, completou Simionato.

“Nós entendemos que o Campeonato Gaúcho é uma competição super importante. Acho que a gente está nesse momento de planejar o 2021, 2022, nosso projeto é médio prazo sempre né, não é projeto de curta duração, então a gente sempre tá planejando lá na frente, mas claro que passa pelo Gauchão, a gente já tá reunido estruturado na comissão vendo as datas, vendo os confrontos, vendo a parte logística, também vendo atletas para gente ter um bom desempenho no Campeonato Gaúcho, que nos possibilite sermos campeões que é o nosso intuito e a gente não pode pensar menos do que isso. E com isso, construir uma base sólida para o próximo ano. O Gauchão também serve para isso, é campeonato é diferente esse ano, bem curto, mas serve de parâmetro para algumas decisões que a gente vai ter lá na frente e a gente vai entrar com toda vontade para ganhar competição”, projeta Álvaro Prange, coordenador geral de futebol feminino, que participou do Congresso Técnico, na tarde da última segunda, junto do diretor do departamento, Yura.

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