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Ações coloradas que dão esperança para quem precisa

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Adriano Garcia

Em meio à pandemia da Covid-19, o Internacional vem fazendo muitos gols fora de campo.

Desde meados de março, quando foi intensificada a pandemia do coronavírus no Brasil, os grupos de torcedores do Internacional espalhados por todo o Brasil têm realizado diversas campanhas para a arrecadações de donativos. Um levantamento feito pelo departamento de Relacionamento Social do clube aponta que, nos últimos três meses, através de campanhas e ações solidárias, os consulados arrecadaram mais de 75 mil kg de alimentos, 390 kits de higiene, 1.600 máscaras de proteção e cerca de R$ 60 mil.

Os donativos são sempre destinados para a população em situação de vulnerabilidade ou instituições sociais e entidades assistenciais de cada município. Em paralelo, os consulados também iniciaram campanhas voltadas à arrecadação de agasalhos, consequência da aproximação do inverno.

“Mesmo sem ter jogos no Beira-Rio e eventos consulares, mesmo sem poder fazer aglomerações, os consulados dão exemplo de civilidade, voluntariado e ajuda às comunidades nas quais estão situados, representando o Internacional e fazendo um excelente trabalho”, destaca o vice-presidente de Relacionamento Social do Inter, Norberto Guimarães.

Foto: Internacional/Divulgação
Foto: Internacional/Divulgação

O mascote do Inter, o Saci, fez a alegria das crianças que participam do projeto Reforço do Amanhã

Foto: Internacional/Divulgação

Mesmo em meio a tantas dificuldades que o mundo anda passando, existem histórias que aquecem o coração de quem necessita. É o caso da professora Angélica Puliesi, moradora do bairro Partenon. A torcedora colorada fundou o projeto Reforço do Amanhã, no qual oferece, estudo e alfabetização, além de merendas, para crianças carentes que estão afastadas da escola por conta da pandemia.

Durante esta terça-feira (16), o Saci esteve por lá para levar presentes e dar uma força representando o Clube do Povo, foi uma surpresa imensa que trouxe muitos sorrisos em uma tarde diferente para os alunos do Projeto. Desempregada, Angélica se dedica, de segunda a sexta-feira, às aulas voluntárias. As aulas são realizadas dentro de sua casa, após uma reforma o cômodo deixado pela filha que se casou; montou uma pequena sala para as aulas de reforço.

Inicialmente, o projeto atenderia somente crianças do primeiro ano fundamental, mas hoje as aulas estendem-se a alunos de até quinta série. As turmas são organizadas em pequenos grupos com no máximo cinco alunos, sempre com as devidas proteções como máscaras e álcool em gel.

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